9 de fevereiro de 2010

Cálculos de Engenheiro

Puts... bem coisa de engenheiro!!! hehehe
Se essa criatividade fosse usada para o bem da humanidade...

3 de fevereiro de 2010

O chupa-cabra

Andei meio corrido ultimamente, pois estava no Brasil de férias e retornei ao Canadá agora. Quando a gente chega, creio que vocês sabem, temos que tentar por a vida em ordem e aos poucos se acostumar a mudança climática, já que saí de um sol maravilhoso no Brasil para menos dezoito graus aqui no Canadá e aquela merda branca conhecida como neve, que não para de cair. Honestamente, me pergunto como alguém gosta disso, mas enfim... morar no exterior também não são só flores.

Lembrei desta história aqui, que aconteceu durante a aula de Termodinâmica 1 na faculdade. O professor que ministrava esta disciplina era o Gasche. Jose Luis Gasche. Tipico professor caxias, daqueles criados com a avó, que gostava bastante da atenção dos alunos na sala e usava disciplina rígida com aqueles que não estavam lá para “absorver” com atenção, os conhecimentos que ele tinha para nos passar.

Tudo começou quando meu amigo Aloprado resolveu contar uma piadinha, para mim e para o Simonetti, sobre a mitológica figura do “chupa-cabra”. Creio que muitos de vocês irão se lembrar do episódio que ocorreu naquele ano de 1997, quando uma tal criatura matava cabras no interior do país, sugando o seu sangue sem deixar nenhuma gota escorrer do corpo do animal, como se secassem eles por dentro.

Pois bem, não me recordo dos detalhes da piada, mas dizia ela que o “Chupa-Cabra” era gaúcho e lá nos pampas se chamava “Chupa-Cobra”...

Foi o suficiente para eu e o Simonetti começarmos a rir. O problema era que o Simonetti sempre teve uma risada um tanto quanto indiscreta. Neste momento o Gasche simplesmente olhou para trás com o ódio estampado na cara, procurando quem estava interrompendo sua majestosa aula com tais gargalhadas.

Ao perceber que eu e o Simonetti eramos os responsáveis por tal afronta, ele olha para nós e simplesmente disse: “Wesley, Simonetti, os dois na minha sala hoje a tarde!”.

Neste exato momento o resto da galera na sala começou a fazer a balbúrdia querendo tirar um sarro com a nossa cara, e sem demoras o Gasche olhou para trás e disse: “Se alguém mais quiser se juntar aos dois, que fique a vontade!”. A turma calou na hora e não se ouviu mais um barulho naquela aula até o seu fim. O cidadão simplesmente cuspiu a matéria na lousa, esperou dar a hora e saiu da sala sem falar mais nada.

Pra variar, saimos eu e o Simonetti da sala dele pensando o pior. Pra falar bem a verdade, somente eu; o Simonetti não estava muito aí para o que ia acontecer.

Chegada a hora de ir a sala do professor, fui eu o primeiro. Entrei e comecei ouvir aquele esporro digno de adolescente no colegial em escola de padres. Pensei comigo mesmo e percebi que era melhor engolir aquele sapo, do que ser expulso da universidade ou tomar pau na disciplina, já que Termodinâmica 1 atrasava bastante a vida do indivíduo que fazia Engenharia Mecânica.

Ao sair da sala do professor, tomei uns dois goles d’água pro “sapo” não descer tão a seco e vi o Simonetti chegando. Como a sabatina comigo havia sido apenas cinco minutos, imaginei que com ele seria o mesmo e resolvi espera-lo do lado de fora da sala do professor, para irmos juntos para a aula que teriamos em seguida.

O problema foi que a sabatina dele não durou só cinco minutos. O Simonetti chegou na sala do Gasche achando que estava na casa da sogra, e solta o seguinte palavreado já no começo da conversa: “E aí JOSE LUIS, o que tá pegando?”. O que aconteceu a seguir foi cômico, para não dizer que foi trágico...

O professor simplesmente olhou pra ele e disse: “Em PRIMEIRO LUGAR, quem me chama de JOSE LUIS, é só meu pai e a minha mãe!”. Não estava dentro da sala para ver, mas consigo imaginar a cara de mer... que o Simonetti devia estar. Depois disso, a sabatina dele foi mais longa do que seria a missa do galo rezada pelo Padre Quevedo.

Em suma: Saímos os dois da sala do cidadão sabendo que naquele semestre, Termodinâmica 1 seria a principal matéria a ser estudada, ou então iriamos dançar...

28 de janeiro de 2010

Dilma no Céu

Caiu um forte raio em Brasília. Desses que o governo afirma que são capazes de causar um blecaute. Ele caiu justamente no Palácio do Planalto. Para espanto de alguns e alívio de outros, o raio deu de cair exatamente na cabeça da ministra Dilma Rousseff, que foi literalmente torrada. Sem nada o que fazer, ela se dirigiu ao Além.



Ela tinha certeza de que iria para o Inferno. Mas, como o capeta não veio buscá-la, resolveu tentar a sorte no Céu.



Já no portal, encontrou São Pedro com uma meia dúzia de assessores.



"Antes de entrar aqui, a senhora precisa passar por um julgamento", disse-lhe o guardião do Paraíso.



"Eu quero um advogado!"



"Não temos. Os advogados do tipo que a senhora precisa foram todos para o outro lado. A senhora vai ter de se defender sozinha."



"Está bem. Eu sei me virar!"



"Comecemos pela sua juventude. É verdade que a senhora foi guerrilheira? "



"Fui! Do Colina e da VAR-Palmares! E era líder! Pode perguntar lá embaixo que tem um montão de gente que confirma!"



"Eu não entendo. A senhora tem orgulho de ter sido terrorista?"



"No Brasil isso pega bem. Tem até um órgão do governo que paga indenizações."



"Consta aqui na sua ficha que a senhora se dedicava a tarefas que não têm nada que ver com uma guerra revolucionária. Roubar cofres e assaltar bancos, por exemplo."



"É, vai fazer o quê...? Nós expropriamos um que tinha nada menos que US$ 2 milhões!"



"E o que vocês fizeram com o dinheiro?"



"Uma parte nós repartimos com os companheiros dos outros grupos."



"E o resto?"



"Não tinha resto. Era para as nossas despesas. Era eu mesma que cuidava do dinheiro."



"Bom, vamos passar adiante. A senhora ficou alguns anos presa, depois tratou de estudar."



"Eu me graduei, depois fiz o mestrado e o doutorado. Pode ler na minha página na internet."



"Tem gente que diz e confirma que a senhora não fez nem uma coisa nem outra...."



"Eu vou lhe dar a mesma resposta que dei para a imprensa: fiz o curso de mestrado, mas não o concluí. Depois eu voltei para a escola, a Unicamp, para fazer o doutorado. Também não me formei porque virei ministra..."



"A Unicamp informou que a senhora nunca se matriculou lá..."



"Isso é mentira!"



"Hum, trata-se de uma carreira bem peculiar... Aqui, na sua ficha, consta também que em 1989 a senhora foi nomeada diretora-geral da Câmara Municipal de Porto Alegre e foi demitida pelo presidente da Casa porque chegava tarde ao trabalho."



"Isso é mentira!"



"A senhora é conhecida como a mãe do PAC. E há quem diga que é, também, madrinha do apagão."



"Isso é mentira! Só porque eu fui ministra da área energética por alguns anos, eu sou agora responsabilizada por tudo!"



"Dizem que foi a senhora que formulou o atual modelo de energia."



"Isso é mentira! Quando eu assumi, todas as usinas hidrelétricas já estavam lá!"



"A que a senhora - que entende do assunto - atribui o apagão?"



"Vou-lhe dar a versão oficial do governo: eram três linhões. Acontece que caíram três raios ao mesmo tempo, um em cada um. Os três entraram em curto-circuito e deu no que deu."



"É uma visão, no mínimo, curiosa... No governo passado houve racionamento de energia porque as chuvas não vieram e os reservatórios de água das usinas hidrelétricas ficaram vazios. Vocês eram da oposição na época e exploraram eleitoralmente o fato. E agora?"



"O apagão do FHC se deu por incompetência. Já o nosso foi devido ao clima, conforme eu já expliquei... "



"Ahhhhh Já sei, três raios caíram simultaneamente nas três linhas... E vai por aí afora. Há quem diga que houve sobrecarga do sistema e ele caiu...."



"Isso é mentira! Os raios caíram nos linhões e o assunto está encerrado.

Não se fala mais nisso."



"Escute, para a senhora, tudo é mentira."



"Isso também é mentira!"



"Vamos mudar de assunto. A ex-secretária da Receita Federal depôs no Congresso afirmando, com todas as letras, que esteve em seu gabinete, no Palácio do Planalto, e que a senhora lhe pediu para aliviar a barra num processo que envolvia a família Sarney..."



"Isso é mentira! Nunca estive com essa mulher!"



"Ela disse, recentemente, que tem como provar o que falou... Além do mais, o prédio é inteiramente monitorado. Basta procurar a gravação que a questão fica resolvida."



"Vamos encontrar uma versão conciliatória. Eu admito que a recebi no meu gabinete, mas foi para tratar de outros assuntos."



"Quais?"



"Não me lembro mais. Como canta o Roberto Carlos, "são tantas emoções...."



"Bom, dona Dilma, sinto muito, mas a senhora não preenche os requisitos mínimos para entrar no Céu. Eu não entendi porque Satanás não se dispôs a recebê-la. Aguarde um momento que eu vou telefonar para ele."



São Pedro saiu da sala, pegou o seu celular e ligou diretamente para o "coisa ruim".



"Oi, Lúcifer, porque é que você não foi receber a Guerrilheira Dilma Rousseff?"



"Eu não quero nem saber dessa mulher!", explicou o príncipe das trevas. "Se ela vier para cá, em dois minutos vai estar mandando em todo mundo. Essa mulher tem cabelos nas ventas, é nervosa, irritadiça, mal educada, e impaciente. Estou fora!"



"E o que é que eu faço com ela?!", desesperou-se São Pedro.



"Eu sei que foge dos regulamentos, não deixe o Chefão saber disso, mas o que se pode fazer é pedir desculpas e devolvê-la para o Ministério do Lula. Os dois se entendem bem porque, no fundo, se merecem..."



João Mellão Neto, jornalista

26 de janeiro de 2010

Bolsa Copa e a Bolsa Olímpica

Ainda bem que eu não pago mais essa conta... (fonte da matéria: UOL)

Lula assina decreto que cria a Bolsa Copa e a Bolsa Olímpica

Mariana Jungmann
Da Agência Brasil
Em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou hoje (26) o decreto que cria as bolsas "Copa" e "Olímpica" para policiais que irão trabalhar nos eventos esportivos. Com isso, a partir de julho deste ano, os profissionais de segurança pública começarão a receber um adicional que aumentará gradativamente até a data dos eventos.

No caso da Bolsa Copa, policiais e bombeiros das capitais que sediarão as competições vão começar recebendo R$ 550 a mais em 2010. A partir de 2011, a bolsa passa a ser de R$ 665. Em 2012, o acréscimo passa a ser de R$ 760, e em 2013 de R$ 865. No ano da Copa do Mundo os profissionais de segurança pública passarão a receber R$ 1.000 a mais no salário. O valor não será perdido após os Jogos, e será incorporado pelos governos estaduais permanentemente.

Já a Bolsa Olímpica será paga exclusivamente aos profissionais do Rio de Janeiro. No caso deles, o valor será fixo de R$ 1.200. Os policiais e bombeiros do Rio não receberão a Bolsa Copa, apenas a Olímpica até 2016. Depois dos Jogos, o valor também será incorporado aos salários pelo governo estadual.

Para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o programa representa um pacto de solidariedade do governo federal com os Estados. "O governo federal, pela primeira vez na história, enfrenta, participa e se solidariza com temas relacionados à segurança pública", disse Cabral.

As regras serão as mesmas do Bolsa Formação - programa que paga um adicional para os policiais que se propõem a fazer cursos de capacitação. Essa bolsa também recebeu aumento hoje, passando de R$ 400 para R$ 443.

Segundo o ministro da Justiça, Tarso Genro, "o paradigma da segurança pública no país está em mudança profunda".

Men's advices


25 de janeiro de 2010

Grupos da Copa 2010 - Uma visão didática